O desafio está mais do lado educacional do que tecnológico, porque a pedagogia continua empacada em propostas tradicionais instrucionistas, sem falar que resiste a tornar-se tecnologicamente correta (Evans, 2001. Stoll, 1999). Há problemas também na esfera tecnológica, como tentação do plágio e pirataria, excesso de informação que já desinforma, usos dúbios/agressivos/destrutivos da internet (pornografia, bullying, dependência, mau uso do tempo, consumismo, privatização, etc.) (Trolley et alii, 2006. Lessig, 2004), mas, brandida abusivamente pelo mercado liberal, a tecnologia não cessa de inovar-se frenética e mercantilmente, enquanto a pedagogia continua “dando aula”. (...)
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